O projeto
Privacidade
O que o Coreto faz com os seus dados, e o que não faz. Primeiro em quatro pontos; a política por extenso logo a seguir.
O Coreto é uma agenda de eventos, não um negócio de dados. Recolhe o mínimo para funcionar — e o mínimo é isto:
- Ninguém é seguidoNão há cookies de rastreio, identificador de visita, publicidade, botões de redes sociais nem ferramenta de estatísticas de terceiros. Nada liga uma página à seguinte, nem este sítio a outros.
- Só fica no seu equipamento o que pedirNada, até carregar num botão: a escolha de tema claro ou escuro, os eventos que guardar e, com eles, a página para os ver sem rede. Não sai do seu navegador, não é lido por nós e não identifica ninguém.
- Contam-se eventos, não pessoasCada ficha tem seis contadores. São números por evento — sem endereço, sem sessão, sem hora — e servem para mostrar a quem programa que houve quem olhasse. O pedido que soma ao contador passa por um limite contra abusos, que guarda durante dois dias um resumo do endereço IP, e nunca o endereço.
- Quem envia um evento dá-nos um emailServe para falarmos sobre o que foi enviado e nunca é publicado. Para o ver, corrigir ou apagar, basta escrever.
A política de privacidade por extensoAbrir o texto completoFechar
Quem responde pelo tratamento
Quem responde pelos dados pessoais recolhidos por este sítio, e como se contacta:
- Responsável pelo tratamento
- Fábio Salgado, empresário em nome individual
- Contacto para os seus direitos
- correio@coreto.org
Não há aviso de cookies, e porquê
O artigo 5.º da Lei n.º 41/2004 exige consentimento para guardar informação no equipamento de quem visita — mas ressalva o armazenamento estritamente necessário para um serviço que a pessoa pediu. Uma preferência de visualização que alguém acabou de escolher, ela mesma, ao carregar num botão, é precisamente isso. Pedir consentimento para cumprir a escolha que se acabou de fazer seria perguntar duas vezes a mesma coisa.
A preferência fica no localStorage do navegador, na chave coreto-theme, com o valor light ou dark. Enquanto não carregar no botão não fica lá nada. Para a apagar, basta limpar os dados deste sítio no navegador.
A segunda chave é a dos eventos que guardar: o coração de cada evento escreve coreto-favoritos no mesmo localStorage, com o título, as datas e o sítio de cada um. Essa lista nunca chega até nós — não é enviada para o servidor, não tem conta associada, não passa para outro aparelho, e do nosso lado não há forma de saber que alguém guardou o quê. Apaga-se em «Esquecer tudo», na página dos guardados, ou limpando os dados do sítio no navegador.
Quem guardar um evento, ou instalar a agenda como aplicação, fica ainda com uma cópia da página «Está sem rede» e dos ficheiros de que ela precisa, guardada pelo navegador para abrir quando não há ligação — é ela que mostra os guardados à porta de uma sala sem rede. É igual para toda a gente e não leva dados de ninguém; nenhuma página da agenda fica guardada, porque uma agenda de outro dia passaria por atual. Sai com «Esquecer tudo», ou limpando os dados do sítio.
Os cookies que o sítio pode criar são dois, e nenhum serve para seguir ninguém: o da sessão da área de moderação, só para quem tem credenciais; e, numa agenda que ainda está fechada com uma senha partilhada, o que guarda que a senha foi escrita — diz a região que abre e quando expira, e mais nada, e dura vinte e quatro horas.
Que dados são recolhidos
De quem envia um evento: o endereço de email, que é obrigatório — sem ele não há como pedir um esclarecimento nem avisar que o evento foi publicado —, o nome e a organização se os quiser dar, e os dados do evento, incluindo anexos como cartazes ou agendas em PDF. O mesmo vale para o que chega ao endereço de submissões: guardamos o remetente, o assunto, o corpo e os anexos.
Para travar abuso: um hash com sal do endereço IP de quem submete um evento — e de quem abre uma ficha ou carrega num dos botões que se contam, que são pedidos que somam aos contadores —, nunca o endereço em si. Serve para contar quantos pedidos vêm do mesmo sítio numa janela de tempo. Não permite reconstruir o endereço nem identificar ninguém, e é apagado ao fim de dois dias.
De quem só visita: nada que o identifique. Abrir uma ficha de evento soma um ao contador dela, e esse pedido passa pelo limite contra abusos do parágrafo de cima. O fornecedor de alojamento mantém, como qualquer alojamento, registos técnicos de acesso para segurança e diagnóstico; esses registos não são usados por nós para analisar comportamentos.
O que sai daqui para fora
Três coisas, e vale a pena dizer quais e onde. Nenhuma delas leva cookies nem identificadores nossos; todas elas revelam o seu endereço IP ao servidor a que o navegador se liga, como acontece com qualquer conteúdo servido por terceiros.
Os pedaços do mapa, e só em /mapa e em /coretos. Os mapas da agenda desenham ruas, e as ruas vêm do OpenFreeMap, um serviço gratuito que publica dados do OpenStreetMap. Ao abrir uma dessas páginas, e só então, o seu navegador pede os pedaços de mapa a tiles.openfreemap.org, o que revela a esse servidor que pedaços do mapa está a ver. Nada do que se passa no mapa volta para nós. Os contornos dos concelhos, esses, são nossos: estão no repositório e desenham-se sem pedir nada a ninguém.
As fotografias dos espaços e dos coretos que não são do Wikimedia Commons. As do Commons são imagens de licença livre, e servimo-las nós, com o crédito de quem as fez ao lado: o seu navegador não fala com a Wikimedia por causa delas. As outras não têm licença livre declarada, e ficam onde estão em vez de serem copiadas para cá — ligar não é reproduzir. Nesta agenda não há nenhuma assim, e por isso nenhuma fotografia faz o seu navegador falar com outro servidor.
Os cartazes dos eventos, onde o evento aparecer: na agenda, na página inicial, no mapa e na ficha. Os das câmaras e das juntas de freguesia são uma cópia nossa, redimensionada e guardada no armazenamento da base de dados (yuufvndrfsyppfbljpub.supabase.co, do Supabase, o mesmo fornecedor da base), com o nome de quem publicou o cartaz e a ligação para o original na ficha do evento; a pedido de quem o fez, a cópia retira-se e não volta. Os das outras fontes — salas, cinemas, coletividades — não são copiados: o seu navegador pede-os ao endereço que a fonte indica: hoje, a associativismo.cm-ourem.pt, caminhos.mediotejo.pt, ccgv.sardoal.pt, cineteatro.cm-tomar.pt, cm-alcanena.pt, cm-ferreiradozezere.pt, cm-torresnovas.pt, image.tmdb.org, www.cm-entroncamento.pt, www.cm-tomar.pt, www.cm-vnbarquinha.pt, www.freguesiadechancelaria.pt e www.teatrovirginia.pt. Não temos ligação a nenhum destes servidores: o que cada um faz com o pedido rege-se pela política de privacidade de quem o gere.
Como é medida a utilização
Cada ficha de evento tem seis contadores: quantas vezes foi aberta e quantas vezes se carregou em «Bilhetes e reservas», em «Adicionar ao calendário», em «Partilhar», em «Página oficial» e em «como chegar». A tabela onde ficam não tem coluna nenhuma que identifique quem visitou: nem endereço IP, nem identificador de sessão ou de dispositivo, nem sequer a data e a hora de cada visita. Respondem a «esta ficha foi aberta 412 vezes» e nunca a «por quem». Estes totais são públicos, precisamente porque não há neles nada de ninguém.
Não corre aqui nenhuma ferramenta de estatísticas de terceiros: não sai daqui um único pedido para medir quem visita.
Como estas contagens não permitem identificar ninguém, também não há maneira de as separar por pessoa: não conseguimos dizer-lhe quais são as suas nem apagá-las isoladamente, porque não sabemos quais são (artigo 11.º do RGPD). Se preferir não ser contado, qualquer bloqueador de conteúdos trava estes pedidos, e o sítio continua a funcionar na mesma.
Com que fundamento
- Submissões de eventos — diligências a pedido do titular dos dados, alínea b) do n.º 1 do artigo 6.º do RGPD. Quem envia um evento pede que o tratemos e publiquemos.
- Hash do IP e limitação de tráfego — interesse legítimo, alínea f) do n.º 1 do artigo 6.º: manter o serviço de pé. Pesámos o impacto na privacidade, e foi por isso que o endereço nunca é guardado em claro.
- Contadores — o mesmo interesse legítimo: saber que programação interessa, para o devolver a quem organiza. Contam-se acontecimentos, não pessoas.
O conteúdo do evento é publicado — é para isso que é enviado. Os dados de contacto de quem o envia não são publicados: ficam na área de moderação.
Como é tratado o que nos enviam
O que chega é processado automaticamente para dele se extraírem os campos do evento e é sempre revisto por uma pessoa antes de ser publicado. Nenhuma decisão com efeitos sobre quem submete é tomada sem intervenção humana. Quando a leitura automática está ligada, o que sai para o serviço que a faz é o assunto e o texto da mensagem — sem o endereço de quem a enviou, e com as mensagens citadas e a assinatura cortadas antes de sair; o fornecedor está nomeado abaixo, em «Quem tem acesso». Quando a extração falha, a mensagem original fica guardada tal como chegou para que alguém a possa tratar à mão.
Durante quanto tempo
- Registos de limitação de tráfego (hashes de IP): apagados ao fim de dois dias.
- Submissões e emails recebidos, com os contactos de quem os enviou: até 24 meses após a data do evento.
- Eventos publicados: ficam em arquivo, porque a memória da programação de uma região tem valor próprio. Não contêm dados de contacto.
- Contadores por evento: duram o que durar o evento no catálogo e são apagados com ele.
Quem tem acesso
Apenas quem faz a moderação do Coreto, e apenas ao que precisa de ver para decidir se um evento é publicado. Não vendemos, não trocamos nem cedemos dados a terceiros para fins comerciais. Há fornecedores que atuam como subcontratantes e apenas segundo as nossas instruções: o do alojamento do sítio, o da base de dados e que guarda também as cópias dos cartazes. Se algum deles tratar dados fora do Espaço Económico Europeu, fá-lo ao abrigo das cláusulas contratuais-tipo aprovadas pela Comissão Europeia.
Os seus direitos
Tem direito a pedir o acesso aos seus dados, a retificação do que estiver errado, o apagamento, a limitação do tratamento e a portabilidade, e a opor-se ao tratamento fundado em interesse legítimo. Basta escrever para correio@coreto.org; respondemos no prazo de um mês. Se entender que os seus dados não estão a ser tratados como deviam, pode reclamar junto da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD).
Quando esta política mudou
Última alteração a : a política passou a dizer que os cartazes das câmaras e das juntas de freguesia são servidos de uma cópia nossa — o que acontece desde 21 de setembro de 2026, e este texto negava —, a nomear os servidores de onde vêm os outros, e a dizer que o sítio deixou de poder correr uma ferramenta de estatísticas de terceiros. Esta data muda quando mudar um tratamento, ou quando o texto deixar de o descrever como ele é — não quando mudar o resto da página.
A declaração de acessibilidade tem a sua própria página. O que é o Coreto, porque se chama assim e quem o faz está nas informações.
